Brincar para crescer

O valor do brincar parece estar em perigo nos dias de hoje. Seja porque as crianças estão mais conectadas aos celular e tablets, seja porque as atividades escolares e cursos extracurriculares preenchem todo o dia ou, ainda, porque os pais levam uma rotina atribulada.

Uma recente pesquisa conduzida pela empresa independente Edelman Berland para o movimento #LivreParaBrincar revelou que, segundo os pais, as crianças gastam a maior parte do seu tempo livre nas telas (24%) em comparação ao número de horas dependido em ambientes abertos (15%).

As atividades extracurriculares também acabam deixando as crianças sobrecarregadas: cursos de idiomas, atividades esportivas, etc. Lógico que as intenções são as melhores, no entanto, no anseio de fazer dos filhos adultos bem-sucedidos, corremos o risco de distanciar as crianças de um presente e de um futuro verdadeiramente feliz.

Tablets e celulares são interessantes, porém, nada melhor para o desenvolvimento da criatividade do que a brincadeira livre, onde elas podem ser os protagonistas e tornam-se ativos na ação. Ex: uma caixa de papelão pode ser um caminhão, uma nave espacial, uma casinha. O brincar é uma arte que simula a vida.

Crianças que brincam tornam-se adultos que arriscam, que sonham e que tomam as rédeas de sua vida. Os benefícios de brincar são inúmeros, pois nas brincadeiras reencontramos nossa humanidade e nos tornamos mais abertos para as mudanças.

Brincar para crescer.

Fonte: Débora Zanelato - Revista Vida Simples

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